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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Escolas públicas terão R$ 100 milhões para acessibilidade .




    Escolas públicas de 3.433 municípios receberão R$ 100 milhões para realizar adequações arquitetônicas nas sedes e investir em outras melhorias para favorecer a igualdade de condições de acesso e aprendizagem aos alunos com deficiência. O repasse de recursos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às unidades de ensino foi normatizado pela Resolução nº 27, de 2 de junho de 2011, publicada no Diário Oficial da União.
 
    Os recursos, provenientes do FNDE, destinam-se a 12.165 mil unidades municipais, estaduais e do Distrito Federal para serem aplicados, prioritariamente, na contratação de serviços de construção de rampas, alargamento de portas e passagens, assim como a instalação de corrimãos. Sanitários também devem ser adequados para acessibilidade e colocação de sinalização visual, tátil e sonora. A verba pode ser aplicada, ainda, na aquisição de itens como cadeiras de rodas, bebedouros, mobiliários acessíveis ou softwares específicos.

   Censo Escolar de 2010 – Quase 500 mil alunos matriculados em unidades de ensino regular são estudantes com deficiência e apenas 20% das escolas públicas de educação básica atendem a critérios de acessibilidade a esse público. Neste ano, serão atendidas as escolas que receberam sala de recursos multifuncionais em 2009 e registraram matrícula de estudantes com essa característica no Censo de 2010. Cada unidade de ensino pode receber recursos que variam de R$ 6 mil a R$ 9 mil, de acordo com o número de alunos. “Os estudantes com deficiência devem ter acesso a todas as dependências da escola”, pondera a diretora de políticas de educação especial do Ministério da Educação (MEC), Martinha Clarete.
   A Escola Acessível faz parte do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), que reduz a burocracia na transferência de recursos. Para recebê-los, as escolas devem elaborar planos de ações que serão submetidos à aprovação das secretarias de educação, observados os critérios e normas gerais de acessibilidade nas obras.
Política de educação inclusiva foi lançada em 2008.
   Os resultados do Censo Escolar da Educação Básica apontam um crescimento significativo nas matrículas da educação especial nas classes comuns do ensino regular. De acordo com o MEC, esse crescimento é reflexo de política adotada que inclui programas de implantação de salas de recursos multifuncionais, adequação de prédios escolares para a acessibilidade, formação continuada de professores da educação especial e do Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) na escola, além do programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. O objetivo é estimular a formação de gestores e educadores para a criação de sistemas educacionais inclusivos. A política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva foi lançada em 2008 paralelamente a aprovação, por meio de emenda constitucional, da convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos das pessoas com deficiência. De acordo com a convenção, devem ser assegurados sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis. 
   
Fonte: Visto Livre
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Convite.

Galera, ultimamente não venho tendo muito tempo de postar noticias sobre mim aqui no blog, o motivo primeiramente é falta de tempo, pois vinha me empenhando na elaboração de um trabalho acadêmico, que graças a Deus já conclui, porém, hoje resolvi parar pra dissertar um pouquinho sobre os últimos acontecimentos da minha vida.
Estou prestes a apresentar meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), este que é um momento de culminância na vida de um estudante universitário e tendo em vista a reviravolta que a minha vida tomou nos últimos anos, essa será uma grande conquista e também a realização de um sonho, pois em breve receberei o grau de Letrado.
Por isso hoje trago aqui, publicamente um convite para todos vocês, sem distinções, sintam-se todos convidados a compartilhar comigo essa emoção.


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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Criança cadeirante faz novela e esporte radical.


Garoto venceu câncer quando bebê; agora, prepara-se para 'Carrossel'
Incluído desde cedo na escola e em atividades de lazer, João quebra visão de fragilidade e de dependência

JAIRO MARQUES
DE SÃO PAULO

  
João Lucas Dutra Takaki era o maior e mais birrento bebê da UTI neonatal para onde foi logo ao nascer para combater um câncer na coluna. Ali, a mãe, Adriana Dutra, 35, já imaginou que o guri seria parada dura.
   Nove anos depois, o moleque se prepara agora para estrear como ator mirim na novela "Carrossel", do SBT, e é uma das primeiras crianças "cadeirantinhas" a treinar manobras radicais em cadeira de rodas.
   Apesar de o câncer ter sido vencido, a doença causou uma lesão na medula, o que acabou por levar os movimentos das pernas e também comprometer a sensibilidade abaixo da cintura e as funções fisiológicas do menino.
   João viveu por seis meses em um hospital - após o tumor, ele teve hidrocefalia, acúmulo excessivo de líquido na cabeça.
   Mas tudo isso ficou no passado. Com a chance de ser incluído e aceito, tanto na escola como em atividades diversas de lazer, o garoto quebra conceitos de fragilidade e de dependência de uma criança com deficiência.
   É assim quando ele encara rampas íngremes de pistas de skate onde pratica um novo esporte radical no Brasil, o "hardcore sitting".
   João também nada muito bem, pratica arco e flecha, vôlei, basquete e é goleiro do time da escola. Gosta ainda de dançar e de videogame.
  "Às vezes, eu me esqueço de que ele não anda. É tanta estripulia que esse menino faz que a gente perde a noção daquilo que não pode fazer", conta Maria Lúcia Ferrari Dutra, 65, a avó do garoto.
  "Ele veio ao mundo para me ensinar valores humanos, a olhar a diversidade das pessoas com respeito", diz.
   A estreia de João Lucas com ator está programada para outubro. Atualmente, ele faz aulas de interpretação e de uso correto da voz.
  "O Tom [personagem de João] será uma criança arredia, que não quer contato com ninguém. Não se diverte. A mãe quer ver o filho com outras crianças. Vai ser difícil ele concordar. Mas a turma da escola irá dar um jeito", diz o diretor da novela, Reynaldo Boury, sobre o papel do garoto.
   Esbaforido após um treino intensivo de saltos, João foi breve nas palavras em entrevista à reportagem.
  "A novela vai dar mais trabalho porque tem que decorar texto, fazer tudo certinho. Mas é muito legal de fazer. O 'hardcore' é cansativo, mas dá um friozinho na barriga. Eu adoro adrenalina."


João Lucas Dutra, 9, cadeirante, no parque Zilda Natel. Ele está começando a treinar manobras com sua nova cadeira

 
Fonte: Uol
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sábado, 2 de junho de 2012

Os Viajantes e a Árvore.


Dois viajantes, exaustos, depois caminharem sob o escaldante sol do meio dia, decidiram descansar à sombra de uma frondosa árvore.

Após deitarem-se debaixo daquela refrescante e oportuna sombra, um dos viajantes, ao reconhecer que tipo de árvore era aquela, disse para o outro: 

"Como é inútil esse Plátano![1] Não produz nenhum fruto, e apenas serve para sujar o chão com suas folhas."
 
"Criaturas ingratas!", disse uma voz vindo da árvore. "Vocês estão aqui sob minha refrescante e acolhedora sombra, e ainda dizem que sou inútil e improdutiva?"
 
Nota[1]: Espécie de árvore ornamental de grande porte.

Moral da História:
 
Alguns homens menosprezam os melhores benefícios que recebem apenas porque nada tiveram que pagar por estes.

Autor:Esopo

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pelo segundo ano seguido, São João em Caruarú terá camarote da acessibilidade.


Cadeirantes terão acesso ao camarote por meio de rampas

O São João de Caruaru é internacionalmente conhecido, devido a vários fatores como infraestrutura, atrações e pela recepção dos caruaruenses para com os turistas. Até aí tudo bem, mas o diferencial que hoje venho mostrar e que merece destaque aqui no blog é em relação á acessibilidade.

A festa de São João de Caruaru, em Pernambuco, terá um camarote gratuito de acesso exclusivo para pessoas com deficiência. A ideia é fruto de uma parceria firmada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco com a Prefeitura de Caruaru (SEDSDH).

O projeto ocorre pelo segundo ano consecutivo e é totalmente gratuito. "O caráter da iniciativa é educativo, para sensibilizar as pessoas a respeito da importância de promover a inclusão. É importante validar o direito da pessoa com deficiência de ter acesso a cultura", afirma Rose Maria, superintendente de Comunicação da SEDSDH.

Bem sucedida no ano passado, a novidade ganhou força e já atraiu a atenção de outras cidades nordestinas. "Já me ligaram do Ceará e da Paraíba para pedir mais informações sobre o nosso projeto. Acredito que somos pioneiros", completa Rose.


Para se inscrever, basta ligar no telefone 0800.081.4421, informar o RG, e apresentá-lo na porta do evento no dia. É preciso ter mais de 18 anos, e é permitido levar um acompanhante.

Os camarotes são equipados com rampas de acesso, revestimento adequado para cadeirantes, corrimãos, banheiros químicos adaptados, serviço de audiodescrição, e material em braile. Além disso, contará com intérpretes da Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS).

A inscrição é gratuita. A organização ainda oferece um bufê de salgados e aperitivos típicos de São João. A festa de São João tem início no próximo sábado (02) e ocorre até o dia 30 de junho. Michel Teló, Zé Ramalho, Dominguinhos e Calypso são algumas das atrações que se apresentarão ao longo de todo o mês.

Então fica aqui registrado esse belo exemplo, 
para que outas cidades sigam e também promovam um 
São João mais acessível a todos os cidadãos.


Fonte: Portal Terra



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