Um Mosquito
que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo
tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente
lhe causava, disse: "Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor,
por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!"
Ao que lhe
respondeu o Touro: "Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir
ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu
chifre."
Com
frequência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e
deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do
outros.
Conheça
as orientações que a Cia aérea Gol passou para que pessoas
com deficiência ou mobilidade reduzida tenham antes de viajar, podendo assim
ser melhor atendidas e não passarem por mal bocados nos aeroportos.
Deficientes
visuais
Depois
de comprar a passagem aérea, o cliente que
necessitar de auxílio especial deve entrar em contato com o Atendimento Online pelo site
da empresa e informar seu código de reserva (localizador) para solicitar a
ajuda no aeroporto e no embarque. Se possível, recomendamos ainda que o
deficiente visual selecione
sua poltrona fora da área de circulação do avião.
Clientes
deficientes visuais, assim que chegam ao avião, são apresentados ao chefe de cabine.
Assim, eles podem receber ajuda durante todo voo, caso seja necessário, e as
devidas orientações de segurança. Para dar mais independência ao cliente, a
empresa também tem dentro do avião folhetos de segurança em Braille.
Os
clientes com deficiência auditiva também podem solicitar assistência especial
da equipe da empresa para ajudá-los na viagem. Para isso, após a compra da
passagem aérea, acesse o Atendimento Online pelo site da empresa e informe
seu código de reserva (localizador).
Caso
seja necessário, também é possível viajar acompanhado de cão-ouvinte
dentro do avião. Em caso de dúvida, entre em contato com o Atendimento Online
ou ligue para o Serviço de Atendimento ao Deficiente Auditivo pelo telefone
0800 709 0466 (funcionamento 24 horas).
Deficiente
intelectual
Se
você tem essa necessidade ou vai viajar acompanhado de uma pessoa com deficiência
intelectual, solicite o atendimento especial aos funcionários da empresa.
Depois
de comprar a passagem de avião, acesse o Atendimento Onlineem nosso site e informe o seu código
de reserva (localizador) para pedir a assistência especial. Assim que chegar ao
aeroporto, vá ao balcão de check-in que nossos atendentes estarão prontos para
ajudar.
Caso
o cliente seja dependente da ajuda de outras pessoas e não possa garantir
sozinho seu bem-estar e segurança, é preciso que ele tenha uma autorização
médica para viajar ou voe junto de um acompanhante capaz de ajudá-lo. Depois de
confirmada a necessidade do auxilio, a empresa oferece a esse acompanhante um
desconto de 80% na passagem aérea.Para informações mais detalhadas, veja os
conteúdos: Acompanhantee Formulário MEDIF.
Deficiente
físico
A
empresa oferece cadeiras de rodas para que os clientes com deficiência física
ou com alguma dificuldade de locomoção tenham uma viagem mais fácil e
prazerosa. Caso seja necessário, é possível solicitar assistência especial de
nossos atendentes. Para isso, depois de comprar a passagem de avião, acesse o Atendimento Onlinedo site da empresa e informe o seu
código de reserva (localizador).
Cadeiras
de rodas ou outro equipamento de ajuda motriz equipados com baterias não
derramáveis, estacionárias reguladas por válvula (VRLA) contendo solução ácida
na forma de GEL, tecnologia AGM (confinamento por absorção do eletrólito em
mantas de micro-fibra de vidro), são permitidos para transporte.
Já
cadeira de rodas equipadas com bateria líquido derramável, são aceitas em
condições especiais e com restrições, é necessário procurar o SAC para obter
informações quanto as regras e restrições.
Recomendamos
ainda que o cliente com necessidade especial reserve sua poltrona nas primeiras
fileiras do avião e evite áreas de circulação.
Tanto
em situações definitivas (exemplo: sequelas de acidentes) quanto em temporárias
(exemplo: gesso em toda perna ou pós-operatório), é preciso que o cliente viaje
com o relatório médico e tenha preenchido o formulário MEDIF.
Outras
perguntas
Há
funcionários na recepção e comissários de bordo que conhecem a língua de
sinais?
Sim,
a empresa possui colaboradores que conhecem LIBRAS.
A
empresa fornece um treinamento a fim de melhor lidar com as pessoas com
deficiência?
Sim,
a empresa possui um treinamento que se chama Atendimento às Prioridades que
trata como deve ser o atendimento ao Deficiente. Nele são abordados os tipos de
deficiência e como atender cada uma delas.
No
caso da pessoa com deficiência visual ter um cão-guia, quais são os
procedimentos?
A
empresa entende as limitações de alguns clientes e procura deixar a viagem de
todos a mais simples e fácil possível. Por isso, permite que clientes com
deficiência auditiva, visual ou física, além de idosos, que dependam
inteiramente de um cão-guia, cão-ouvinte ou cão-assistente treinado para
conduzi-los, possam viajar com o animal na cabine de passageiros.
O
transporte do cachorro é gratuito, mas para que ele aconteça é preciso que o
cliente tenha a identificação do cão, a comprovação de treinamento e das
vacinas do animal.
Veja todos os documentos que o cão-guia,
cão-ouvinte ou cão-assistente precisa ter para viajar no avião com um cliente
com necessidades especiais tanto em voos nacionais quanto internacionais.
No
que se refere ao desembarque de uma pessoa com deficiência ou com mobilidade
reduzida, como isso é feito? Há elevadores ou outro dispositivo para que o
desembarque possa ser feito com segurança?
A
empresa possui funcionários especialmente treinados para atendê-los.
Passageiros que necessitam de atendimento preferencial devem comunicar, com 72
horas de antecedência, exclusivamente pela Central de Atendimento ao Cliente
(0300 115 2121), apresentando relatório médico e, se necessário, o formulário MEDIF (Medical Information Sheet) preenchidos.
Dessa forma, o passageiro terá toda assistência no seu embarque, voo e
desembarque por parte dos colaboradores da empresa.
Encontrei esse conteúdo no site Comunicadores e não pude deixar de divulgar aqui também.
Pois é. Parece que a publicidade voltou a proporcionar
questionamentos e desafios para a sua fiel audiência. Tendo em vista a
ótima sensação de “ser humano” que as redes sociais conseguem propiciar através de compartilhamentos de ações humanitárias e similares, a agência DDB Stockholm resolveu pensar fora da caixa
e provocar uma situação de “risco real” – para os possíveis e corajosos
participantes – desenvolvendo uma ação muito interessante para as Forças Armadas da Suécia, bem no centro de Estocolmo.
O
objetivo inicial da ação era obter o maior número possível de
candidatos para as disponíveis posições de alistamento nas Forças
Armadas da Suécia. Mas, para fugir do lugar-comum, os profissionais apostaram na construção de uma caixa gigante, onde os participantes – para provar sua própria coragem e fé no próximo – acabavam se auto-aprisionando
na “cela”, na expectativa/esperança de que alguém, também por conta
própria, viesse substitui-lo na situação, trocando seu aprisionamento
pela liberdade do próximo.
O que aconteceu com o confinado foi transmitido em tempo real por um outdoor próximo do local da caixa e também nas redes sociais. Com o provocativo apelo “Who cares?” – “Quem se importa?” – a campanha apostou no fator humano da delicada situação ali montada. Afinal, você trocaria sua liberdade pela liberdade de um desconhecido?
Veja o vídeo case da ação:
Os
resultados foram totalmente acima do esperado, o que, de fato, chega a
surpreender. Afinal, não foi por compartilhamento, like, retweet ou
qualquer outro sistema utilizado para quantificar “atitudes” que a
“caixa” teve esta alta rotatividade de participantes e, sim, pelo “sacrifício” da liberdade de alguns em prol do confinamento de outros.
Tendo
em vista que nos tempos de hoje, onde cada vez mais nos perdemos na
superficialidade de importantes questões e nos resumimos apenas como
geradores de views, likes e scrolls pela web sem, de
fato, nos dedicarmos em soluções para alguns problemas, eu questiono
você – leitor – se conseguiria ter uma atitude como a apresentada acima,
de abrir mão da sua liberdade a espera de que alguém tomasse o seu lugar. Chega a parecer estranha tal questão, não é mesmo? Afinal, no Facebook todo mundo “curte o Greenpeace” para demonstrar preocupação, relevância e atitude em relação a sustentabilidade do planeta, enquanto na vida real,
durante sua liberdade “não-assistida/registrada”, continua a tratar o
mundo como um cinzeiro. Será que ainda temos de evoluir o entendimento
de que aparências não sustentam e/ou potencializam grandes mudanças? Se
queremos – de fato – alterar alguma coisa, eis que a melhor opção é, em
sua maioria das vezes, desligar o computador, “levantar do sofá” e se
dar ao trabalho de algo, seja “arriscar a sua liberdade” por algumas
horas dentro de uma caixa no centro de Estocolmo ou de fato estar
presente em uma grande manifestação que você confirmou on-line, não
acha?
A pergunta que fica é:
você vai além do retweet e do compartilhar
para ajudar
– de fato – a quem precisa? Ou estes cliques são
suficientes
Flávia
Cintra é jornalista, repórter do Fantástico e ficou tetraplégica aos 18
anos . Flávia, em parceria com mais duas cadeirantes, lança o livro
Maria de Rodas que fala sobre a maternidade de mulheres nessa situação.
Flávia é mãe de um casal de gêmeos e foi consultora de Manoel Carlos na
novela “Viver a Vida”, onde teve a personagem Luciana inspirada em sua
história.
Descrição:
“Maria de Rodas” – Delícias e desafios na maternidade de mulheres cadeirantes
Autoras: Carolina Ignarra, Flávia Cintra e Tatiana Rolim
Autoras convidadas: Juliana Oliveira e Katya Hemelrijk
As autoras, após concretizarem o sonho da maternidade, decidiram
dividir sua experiência com outras mulheres. A princípio, o ponto em
comum entre elas era o fato de serem mães cadeirantes. Mas, quando
dividiram suas histórias descobriram muito mais.
O
resultado reúne histórias inspiradoras que abordam: Estética e
auto-estima, Auto-conhecimento e superação, Relacionamento familiar e
interpessoal, Criatividade, coragem e felicidade
De
forma clara, divertida e envolvente, as autoras descrevem as angustias,
surpresas, alegrias, descobertas, dificuldades e soluções vivenciadas
ao longo da gravidez e de suas trajetórias com suas crianças. O livro
reúne emocionantes histórias e importantes dicas que incentivam, motivam
e informam mulheres cadeirantes, outras mulheres, casais, profissionais
da saúde e pessoas interessadas em experiências, desafios e
superação.“Maria de Rodas” propõe um mergulho sensível e apaixonado em
um mundo tão igual e tão diferente. Para homens e mulheres, com e sem
deficiência, que acreditam que o melhor da vida é viver.
Confira a entrevista na íntegra, através do video abaixo:
Mãe,
você é bem aventurada,
merece de mim o amor maior que tenho
e todas as coisas boas que eu fizer.
Sem você,
eu não estaria aqui
desfrutando de tantas coisas maravilhosas,
é ótimo que você exista mãe.
E poder viver
ao seu lado, só me traz alegrias
e certezas de que nunca estou só.
Tenho
você a me amparar, me proteger
e a me dar bons conselhos.
Sei que a
vida,
não é muito fácil,
ja sofri, ja me decepcionei, e tudo isso
faz parte do nosso aprendizado,
mas graças a Deus tenho você ao meu lado.
Gostaria
que neste dia tão bonito
onde todos os filhos, podem homenagear suas mães
eu também pudesse fazer com que a senhora realizasse
pelo menos, alguns dos seus sonhos,
Mas não está ao meu alcance esse desejo,
então, o pouco que tenho é o maior amor do mundo
sempre renovado e imenso.
Infinito e eterno.
Que todas
as bençãos de Deus
recaiam sobre a sua cabeça
te irradiando uma divina luz
te presenteando com muitos anos de vida
sempre ao meu lado,
para que sejamos muito felizes.
Receba-me,
como uma dádiva de Deus
só você merece tanto amor que trago dentro do peito.
Mais uma
vez lhe agradeço por me aceitar como eu sou,
mesmo com os meus erros, minha impaciência,
e as vezes, minha ignorância, quero aprender
sempre com você, para me tornar, uma pessoa melhor a cada dia.