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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O problema de um é problema de todos.

 

A historia deste rato talvez seja uma das histórias mais incríveis que circula entre nós. Ela nos fala das conseqüências geradas pela falta de solidariedade e da amizade, do companheirismo e do compromisso, valores desconhecidos em um mundo egocêntrico, onde as pessoas pensam em si mesmas, julgam e condenam os outros com facilidade e de forma impiedosa.



Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:

- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar
o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:


Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!

" Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a 
conviver como irmãos " 

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Uma confraternização entre amigos.

As festas de confraternização de final de ano contagiaram toda a família Ramalho com muita alegria. E foi com grande prazer que fui convidado para a tradicional Festa de Confraternização de Final de Ano dessa clássica família guarabirense, que recepcionou nesse final de semana seus familiares e amigos na residência da Sra. Severina Ramalho (matriarca da família), para mais uma celebração festiva.


Esse foi um ano difícil pra mim, que exigiu muita concentração e empenho em todos os sentidos na minha vida, mas esse esforço beneficiou o fortalecimento do companheirismo entre os componentes do meu ciclo de amizades e dentre estes, posso destacar os integrantes dessa família, á qual sempre tive maior apreço e tenho certeza que a recíproca é a mesma.


Durante as comemorações, reinou um clima alegre e descontraído, favorecendo o estreitamento das relações de amizade entre as pessoas. 
 .

Porém, confesso que em determinado momento fui surpreendido, quando em meio ao discurso de agradecimento ás pessoas ali presentes, o meu amigo Arley Ramalho (em nome da família), se pronunciou em referência á minha pessoa ........ e pra completar ainda ganhei um presente ....... foi um gesto simples, súbito, mas ao mesmo tempo muito emocionante, primeiro porque não esperava tamanha consideração e depois que só o fato de estar naquele ambiente entre pessoas tão queridas já era  por demais gratificante e dispensava qualquer outra atitude, isso pra mim já é o maior de todos os presente, o carinho e a amizade dessa família tão querida.


Então, também me pronunciei e tomei a fala, agradecendo pela atenção de todos eles para comigo e reforçando o meus votos de um 2012 cheio de amor, saúde, paz e muito mais.

Aproveitando a oportunidade, também fui conhecer o novo quarto do meu amigo Arley, que pra quem não sabe, é um dos maiores fãs da Xuxa que eu conheço.....do tipo que guarda até recortes de jornais e revistas sobre a  rainha dos baixinhos.......ele é tão  fã, mas tão fã, que fez o seu quarto inspirado na própria Xuxa........e olha só como ficou belo....


É de um bom gosto imensurável, até a própria Xuxa em seu programa de TV, quando o Arley mostrou pra ela as fotos do seu quarto, ficou encantada com o carinho e a criatividade do fã. E olha o que ela disse á respeito:


Não precisa esperar o Natal para Confraternizar, basta ter um pouco de boa vontade e amor ao próximo que as coisas acontecem naturalmente. É claro que a confraternização no Natal tem um sentido muito mais emocionante e envolvente. 


Por isso finalizo agradecendo á todos da família Ramalho pela noite maravilha que proporcionou não só á mim, mais á todos os amigos que lá estiveram presentes.

Boas Festas para todos vocês!
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sábado, 10 de dezembro de 2011

Natal In Blue.

No meu último post falei sobre a decoração da minha árvore de Natal, e o sucesso que eu fiz através dela me levou a ser convidado á decorar outra árvore, dessa vez a da minha prima Savina, já falei dela aqui outro dia, num post sobre o seu casamento. Bem, o fato é que selecionei os materiais e mandei ver. Para tanto, contei com a ajuda da minha irmã pra mais essa atividade “artilosa” e fomos até a casa da Savina pra montar sua primeira Árvore de Natal.
Sabemos que o vermelho e o verde são a dupla de cores tradicionalmente natalícias e que pintam toda a decoração de Natal, desde as bolas e guirlandas, às toalhas de mesa e velas. Porém, todas as cores do arco-íris são susceptíveis de serem aplicadas às decorações da quadra mais mágica do ano. Descubra algumas paletas de cores alternativas, inspire-se e pinte o seu Natal de outros tons. 

Dessa vez resolvi fazer uma árvore In Blue............e olha só o resultado!


Azul, branco e prata. Esta tripla de cores tanto pode imprimir um ambiente de elegância à decoração de Natal, como um look fresco e ultra-trendy – basta diferir na intensidade das cores escolhidas, aplicando alguns tons mais fortes e outros mais suaves. Para conseguir o equilíbrio perfeito, sem exagerar nos brilhos, inclui alguns elementos brancos no ambiente, como uma clássica poltrona lateral, que mais parece estar convidando-nos á sentar.


Caramba, acho que já escrevi demais! Ás vezes me empolgo quando começo a falar de decoração.....mas é que isso pra mim é um hobie .......... agora quero saber a sua opnião ........espero que também tenha curtido tanto quanto eu.

Um abraço galera!

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Minha árvore de Natal - 2011

Ao longo dos anos a decoração de natal contou com várias transformações, onde passou a ter diferentes tons, com modificações ousadas, visíveis e divertidas. Portanto, não é raro ver iluminação e arranjos de outras cores no lugar do típico vermelho e verde.

E devido a essas mudanças idealizei algo novo neste natal e deixei um pouco de lado a tradicional decoração em vermelho. Dei à minha decoração uma combinação com um toque elegante, no entanto chamativo com o uso das cores em tons de bronze e dourado.

As tradicionais bolas ganharam um destaque sutil e foram cercadas por laços de fita com tamanhos variados e pra incrementar e dar um diferencial nesse contexto, coloquei no meio da árvore esse charmoso papai Noel abrindo escala.


Deu um trabalhinho pra montar, mas é claro que eu não fiz tudo sozinho, minha mãe e minha irmã também me deram uma mãozinha......ou diria perninha?......enfim, imaginem como faria pra colocar esse laço no topo da árvore..........rsrsrsrs.
Eu achei tão linda, que não poderia deixar de compartilhar com vocês. E o resultado ta aí!


Agora quero saber se vocês também gostaram?

Um abraço galera!

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O que um turista cego vê?


Tony Giles nasceu com um problema na visão e ficou cego aos 10 anos. Mas isso nunca o impediu de viajar. Aos 32 anos, o inglês já encheu 3 passaportes com vistos de 56 países. E decidiu contar como enxerga as belezas e os problemas de cada lugar no recém-lançado livro Seeing the World My Way (sem tradução em português). Giles falou com a SUPER por telefone de 3 cidades diferentes - La Paz, Londres e Atenas.

Como você faz para conhecer os locais que visita?
Não consigo enxergar sequer sombras. Isso significa que preciso de todos os outros sentidos para absorver a cidade de acordo com o tipo de superfície, as músicas e vozes, as comidas, os aromas. Tenho um senso único em relação aos outros turistas, porque uso todos os meus sentidos em conjunto, algo raramente feito por quem enxerga.

Como esses sentidos ajudam a diferenciar os lugares?
Pelo ar sei se estou perto da praia, como quando sinto o ar salgado de Seattle ou Bodrum, na Turquia. Ou se a cidade é poluída. De Yerevan, na Armênia, minha lembrança é uma combinação de fumaça de escapamentos, chaminés de fábrica e cigarro. Também aprendo sobre a cultura. Sei que estou em Chicago logo ao sair da estação de ônibus por causa do cheiro da carne e do jazz e do blues que ouço. Já Buenos Aires e Lima me dão a sensação de caminhar por cidades interioranas, em vez de grandes megalópoles, pois consigo ouvir o som de pássaros e cachorros.

Qual é sua cidade favorita?
Na verdade prefiro natureza a cidades. Consigo captar muito pela pele e uso meu corpo para sentir o ambiente. Quando caminho por uma floresta, tenho a sensação de que o ar está comprimido. Se parece que ele se expandiu, sei que cheguei a uma área aberta. Posso detectar mudanças na pressão do ar e na temperatura. E sinto que pode chover se o vento sopra mais forte.

Mas se tivesse de escolher uma cidade...
Bangcoc, na Tailândia, é incrível. O cheiro de sujeira, dos incensos, da comida de rua, dos canais e dos esgotos a céu aberto se junta ao calor, à umidade e ao barulho do trânsito para atacar meus sentidos simultaneamente. Por outro lado, Veneza me decepcionou. Para mim a cidade cheira a esgoto, não importa quão romântica seja para os outros.

Como você se orienta?
Ando com uma bengala e na mesma direção do trânsito ou do vento. Uso o barulho do tráfego para me guiar. Se preciso encontrar um metrô, uma boa indicação é sentir um grande número de pessoas indo e vindo, ou a vibração que o trem provoca na calçada. Também conto as ruas que atravesso quando me locomovo e refaço o caminho na volta. Em algumas cidades é mais difícil transitar. Como em Atenas, onde as pessoas estacionam os carros na calçada.

O que achou do Brasil?
O trânsito no Rio, em São Paulo e no Recife era impressionante, com motoristas buzinando e motores de carros que soavam como armas de fogo. Em Salvador, tinha batuque o dia todo, um barulho parecido com pessoas batendo à porta. Gostei muito do povo, das praias de areia macia e dos sucos de frutas frescas. Que país maluco!

Você já sentiu medo de viajar sozinho?
Sou confiante. Viajar sozinho nunca foi um problema e nunca será. É minha paixão.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/Site externo.
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